Quedarse de lado.
No ser una prioridad.
Sentir-se sempre como segunda opção.
Perceber que ninguém realmente vê você.
Muitas pessoas convivem com essa dor silenciosa de não se sentirem escolhidas — pelos pais, por parceiros, por amigos.
Essa vivência não provoca apenas tristeza.
Ela modela comportamentos, decisões e padrões relacionais.
Como a ferida do abandono cria padrões emocionais
Quando essa dor surge cedo, ela constrói um padrão interno profundo:
a ideia de que, para merecer atenção ou amor, você precisa se esforçar o tempo todo, provar valor, agradar e antecipar desejos.
Com o tempo, esse funcionamento consome energia emocional.
Ele gera ansiedade, fragiliza a autoestima, sustenta tentativas constantes de salvar o outro e leva você a se entregar além do próprio limite, esperando que alguém finalmente escolha você.
O custo invisível de viver tentando ser escolhido
Esse movimento cobra um preço alto.
Você começa a se afastar de si, ignora suas próprias necessidades e permanece em vínculos que machucam, movido pelo medo de perder o pouco de afeto disponível.
Aqui não existe fraqueza.
Existe uma tentativa legítima de garantir pertencimento, vínculo e segurança emocional.
Curar o abandono e aprender a se escolher
No meu trabalho, ajudo você a reconhecer essa ferida de abandono com cuidado, profundidade e presença.
Esse processo não busca culpados.
Ele abre espaço para uma nova escolha: você.
Pouco a pouco, você aprende a se escutar, a se respeitar e a construir relações sem precisar se perder.
Curar o abandono não fecha o coração.
Ele cria espaço para vínculos mais verdadeiros, onde o amor não exige autoabandono.
Con amor,
Sitara Ju